28 de fev de 2015

A culpa é sua!

LOL the movie
  Nunca fez tanto sentido borboletas no estomago, até você sorrir pra mim com a cabeça meio baixa, arqueando as duas sobrancelhas e ao mesmo tempo brincando com meu cabelo. As musicas nunca foram tão sentidas e nem se encaixaram tão perfeitamente na minha vida como se encaixaram agora.

 Você e esse seu olhar distante, que me fascina e me entrelaça a alma, que me molda e me consome de uma maneira que não tenho condições de olhar através de você para outras pessoas, como se fosse uma caverna, oculta, vazia, gelada, porém ainda consigo ouvir o expressar de alguns ruídos seguidos por ecos.

 Você é definitivamente diferente de todos os outros. Você não precisa de concerto, afinal, não consigo achar em você nem defeito, e se, eles bem existem, devo não repará-los, pois estou ocupada demais admirando o poço de qualidades que você tem.

 A felicidade vem de mim, quando de noite, antes de dormir, formulando meus sonhos, me recordo de você, o quanto me fez bem, por mais antissocial que você seja, o que fez eu me encaixar mais perfeitamente ainda em você...

 Mas não posso me esquecer, na verdade o culpado é você! Se você não surrupiasse meu coração com função principal de bombear sangue para os outros órgãos nada disso teria acontecido! Então sim! A culpa é sua! Por ser gentil demais, por ter me conquistado e me conquistar cada dia mais, por pentear demais o cabelo, por curtir músicas tão boas que eu gosto demais, por ser inteligente e dolorosamente muito bonito... Essa confusão, a complicação e todo esse amaranhado deve-se a você, por fazer com quem me apaixonasse, por você no momento errado...

 O que mais dói é pensar que sente algo por mim também, não muito bem definido por você, claro, mas se esse seu sentimentinho ai não existisse, seria mais fácil eu me conformar que não daria certo, mas não para tornar tudo mais complicado, como se já não bastasse a minha confusão tem a sua também.

 Eu definitivamente amaria viver mil aventuras ao seu lado, amaria sair por ai traçando nossos próprios destinos, amaria poder acariciar seu rosto de bebê e mexer nos seus cabelos sempre que tiver vontade... Mas sabe, eu ainda tenho esperanças de dar certo, talvez num momento não tão próximo, ou sim, quem sabe afinal? Por fim, quero que compreenda que minha conjugação da vida, amar no futuro, mesmo que seja de pretérito, definitivamente não foi em vão... Assim como nada foi, nada é e nada será.

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